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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, PERDIZES, Mulher, de 12 a 15 anos, Portuguese, Cinema e vídeo, Animais, seres super-poderosos
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Cinema & Capuccino
Crítica "... E o vento levou"
Sinopse: Clássico que narra a história de Scarlet O'Hara em um tempo que tem a Guerra Civil Americana como plano de fundo. Ficha Técnica: Nome Original: Gone with the wind Direção: Victor Fleming Elenco: Vivien Leigh, Clark Gable Gênero: Romance Crítica: Todo mundo já ouviu falar de "... E o vento levou". Clássico dos clássicos, até hoje é reconhecido e assistido. Sempre tive curiosidade de assistir o filme preferido do meu vô e o que afinal tinha de tão especial nesse romance épico. A verdade é que todas as minhas expectativas eram totalmente abaixo da grandeza do longa. Com quase 4 horas de duração, "...E o vento levou" é arrebatador em todos os sentidos. A tragetória de Scarlet O'Hara, umas das personagens mais complexas e interessante que o cinema já mostrou, com seus amores, desilusões e sua indiscutível força e paixão pela vida, prende nossa atenção do começo ao fim. Para começar, os créditos iniciais já mostram uma das melhores fotografias de todos os tempos, acompanhando a trilha sonora que todos já ouviram, coloca na tela cores e nuances que mesmo depois de anos de evolução no cinema, ainda impressionam pela grandeza. As silhuetas escuras contra o pôr-do-sol, a câmera que acompanha as terras de Tara, tudo é lindo. As atuações são outro destaque. Vivien Leigh, com seus olhos claros em contraste com os cabelos escuros, é uma daquelas atrizes que se aplaude de pé. Em toda cena que aparece, é fotografada para parecer uma mulher divina. Durante todo o filme, ela carrega no olhar, nos gestos e na voz as nuances de O'Hara. No começo, aparece sendo uma menina infantil e imatura, mas vemos que não é bem assim. A força de sua paixão por Ashley a move de forma louca. Mesmo quando age de forma fria, não consegue fazer-nos sentir raiva dela. Sem dúvida sua maior cena é antes da 'entrecena', quando faz sua promessa que nunca mais passará fome - e depois a cumpre. Hattie McDaniel é outra em total sintonia com a personagem, um absurdo não poder ter recebido o Oscar por ser negra. Clark Gable também é bom e graças a ele Rhett foi imortalizado. Criar personagens charmosos com traços "bad-boy" é com ele mesmo. Todo o elenco coadjuvante está ótimo, até os figurantes se saem bem. Não consegui parar de imaginar o trabalho que a filmagem deve ter sido para a época. Filmes atuais com orçamentos bem maiores não conseguiram chegar aos pés da produção desse clássico. Quam fala que filmes antigos tem apenas efeitos técnicos ficará estupefato ao ver a boa realização desse. E como esquecer da cena final? A derradeira frase de Scarlet define bem seu caráter e o rumo que aquelas vidas seguirão. Uma obra-prima clássica, que quanto mais envelhece, melhor fica. Agora consigo entender o endeusamento que meu vô coloca em "... E o vento levou". Se alguém tinha alguma dúvida que um romance pode ser épico e eterno, aqui está a prova do contrário. Não tenho palavras para expressar o que senti ao ver as palavras "The End" na tela, mas de uma coisa tenho certeza: ao terminarmos, sentimos a força que só o cinema tem e consegue passar. "Nem que eu tenha que roubar, matar ou mentir. Jamais passarei fome de novo." Nota:     
Categoria: Romance/Comédia Romântica
Escrito por Bi@ às 18h51
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Crítica "... E o vento levou"
Sinopse: Clássico que narra a história de Scarlet O'Hara em um tempo que tem a Guerra Civil Americana como plano de fundo. Ficha Técnica: Nome Original: Gone with the wind Direção: Victor Fleming Elenco: Vivien Leigh, Clark Gable Gênero: Romance Crítica: Todo mundo já ouviu falar de "... E o vento levou". Clássico dos clássicos, até hoje é reconhecido e assistido. Sempre tive curiosidade de assistir o filme preferido do meu vô e o que afinal tinha de tão especial nesse romance épico. A verdade é que todas as minhas expectativas eram totalmente abaixo da grandeza do longa. Com quase 4 horas de duração, "...E o vento levou" é arrebatador em todos os sentidos. A tragetória de Scarlet O'Hara, umas das personagens mais complexas e interessante que o cinema já mostrou, com seus amores, desilusões e sua indiscutível força e paixão pela vida, prende nossa atenção do começo ao fim. Para começar, os créditos iniciais já mostram uma das melhores fotografias de todos os tempos, acompanhando a trilha sonora que todos já ouviram, coloca na tela cores e nuances que mesmo depois de anos de evolução no cinema, ainda impressionam pela grandeza. As silhuetas escuras contra o pôr-do-sol, a câmera que acompanha as terras de Tara, tudo é lindo. As atuações são outro destaque. Vivien Leigh, com seus olhos claros em contraste com os cabelos escuros, é uma daquelas atrizes que se aplaude de pé. Em toda cena que aparece, é fotografada para parecer uma mulher divina. Durante todo o filme, ela carrega no olhar, nos gestos e na voz as nuances de O'Hara. No começo, aparece sendo uma menina infantil e imatura, mas vemos que não é bem assim. A força de sua paixão por Ashley a move de forma louca. Mesmo quando age de forma fria, não consegue fazer-nos sentir raiva dela. Sem dúvida sua maior cena é antes da 'entrecena', quando faz sua promessa que nunca mais passará fome - e depois a cumpre. Hattie McDaniel é outra em total sintonia com a personagem, um absurdo não poder ter recebido o Oscar por ser negra. Clark Gable também é bom e graças a ele Rhett foi imortalizado. Criar personagens charmosos com traços "bad-boy" é com ele mesmo. Todo o elenco coadjuvante está ótimo, até os figurantes se saem bem. Não consegui parar de imaginar o trabalho que a filmagem deve ter sido para a época. Filmes atuais com orçamentos bem maiores não conseguiram chegar aos pés da produção desse clássico. Quam fala que filmes antigos tem apenas efeitos técnicos ficará estupefato ao ver a boa realização desse. E como esquecer da cena final? A derradeira frase de Scarlet define bem seu caráter e o rumo que aquelas vidas seguirão. Uma obra-prima clássica, que quanto mais envelhece, melhor fica. Agora consigo entender o endeusamento que meu vô coloca em "... E o vento levou". Se alguém tinha alguma dúvida que um romance pode ser épico e eterno, aqui está a prova do contrário. Não tenho palavras para expressar o que senti ao ver as palavras "The End" na tela, mas de uma coisa tenho certeza: ao terminarmos, sentimos a força que só o cinema tem e consegue passar. "Nem que eu tenha que roubar, matar ou mentir. Jamais passarei fome de novo." Nota:     
Categoria: Romance/Comédia Romântica
Escrito por Bi@ às 18h51
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Crítica "Enrolados" Sinopse: Conto de princesa baseado na famosa história "Rapunzel". Ficha Técnica: Nome Original: Tangled Direção: Byron Howard, Nathan Greno Elenco (vozes): Mandy Moore, Matthew Gray Gubler Gênero: Animação Crítica: Após "A princesa e o sapo" a Disney dá continuidade as histórias de princesas, dessa vez levando às telas o conto de Rapunzel. Essa é a 50' animação do estúdio e não faz feio. Como é uma adaptação possui outra visão para o velho conto tendo poucos elementos semelhantes à tal, Rapunzel é uma garota inteligente que sonha em ver as desconhecidas luzes que sempre vê em seu aniversário, prestes a completar 18 anos ela pede permissão para a "mãe" deixa-la ir ver as tais lanternas, a mãe não concorda e briga com Rapunzel, enquanto isso um ladrão chamado Flynn está fugindo após um roubo no castelo real e acaba encontrando a torre e Rapunzel, então conforme a história vai avançando ambos vão se aproximando mais enquanto vão para o reino, não vou me aprofundar mais na história porque é uma adaptação relativamente livre. Os famosos elementos Disney continuam presentes como os animais-amigos-(aqui-não-falantes), as canções e o carismas dos personagens. Um belo filme que garante diversão. Nota:    Especial Disney por A.
Categoria: Comédia/Animação
Escrito por Bi@ às 20h56
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Crítica "Românticos Anônimos"
Sinopse: Jean-René e Angélique compartilham da mesma paixão, o chocolate. Ele dono de uma de uma pequena fábrica de chocolate e ela uma talentosa cozinheira recém contratado para o local. Os dois se apaixonam, mas por serem muito tímidos fica tudo muito complicado. Ficha Técnica: Nome Original: Les emotifs anonymes Direção: Jean-Pierre Améris Elenco: Benôit Poelvoorde, Isabelle Carré Gênero: Comédia romântica Crítica: Ser extrovertido é fácil. Ser tímido é difícil. Jogue a primeira pedra algum tímido e emotivo que nunca suou só de pensar em se declarar à pessoa amada, ter que falar em público, atender o telefone. Angélique e Jean entendem disso. Ambos amantes de chocolate, um símbolo do amor, da paixão com diferentes sabores e texturas, não conseguem se declarar um ao outro, mesmo estando perdidamente apaixonados. Começa então uma deliciosa comédia acompanhando a vida desses românticos anônimos. Améris conduz o filme de forma leve, com uma fotografia encantadora, retratando os personagens de forma sincera, sem cair nos clichês baratos de como alguém tímido se comporta. Ele explica o porque disso. Carré e Poelvoorde encarnam com perfeição o casal. A trilha sonora não é incômoda e nem dispensável, segue exatamente a cena retratada. Quem é tímido vai se identificar e rir junto, mas os demais também vão se divertir. É um passatempo perfeito para quemquer sair da sala de cinema com um sorriso no rosto. Nota:   
Categoria: Romance/Comédia Romântica
Escrito por Bi@ às 21h52
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Crítica Os Irmãos Grimm
(Meu limite de caracteres chegou ao máximo e não consegui adicionar uma imagem. Desculpe) Sinopse: Wilhelm e Jacob são dois irmãos famosos pelos seus contos de fada, recheados de personagens mágicos. Eles percorrem a Europa comandada por Napoleão Bonaparte enfrentando monstros e demônios falsos em troca de dinheiro rápido. Porém, quando as autoridades francesas descobrem o plano deles, os coloca para enfrentar uma maldição real em uma floresta encantada, na qual jovens donzelas desaparecem misteriosamente. Ficha Técnica: Nome Original: The Brothers Grimm Direção: Terry Gilliam Elenco: Matt Damon, Heath Ledger, Monica Bellucci Gênero: Aventura/ Fantasia Crítica: As histórias infantis dos irmãos Grimm estão no imaginário de todo mundo, então o mínimo de curiosidade em relação ao lançamento de um filme que misturaria ficção e magia com os irmãos seria existente. Para quem acha que é uma cinebiografia, está enganado. A primeira cena já mostra Jake e Wil pequenos, agindo como na história de João e o Pé de Feijão. É aqui que o longa mostra seu charme: num enredo que mistura histórias aos acontecimentos mostrados, vemos de Chapeuzinho Vermelho à exorcismos de bruxas. Quem não gosta de filmes fora da realidade vai achar esse um tédio, mas não é. Matt Damon e Heath Ledger estão ótimos (Ledger à frente), a fotografia, bem fábula com aquelas florestas, é encantadora e a trilha sonora não deixa por menos. Os efeitos especias talvez pudessem ser melhores, e mesmo a dublagem (sim, tive que ver dublado) não chegar a ser ridícula, tenho certeza que Damon e Ledger são melhores. É díficil achar um gênero para o filme, me lembra nesse caso Piratas do Caribe, que é uma aventura, mas recheado de piadas, partes grotescas e até romance (tinha que ter uma princesa encantada). Não é inesquecível, mas diverte e nos faz pensar: será que foi assim? Nota:   
Categoria: Ação/Aventura/Suspence/Terror
Escrito por Bi@ às 11h11
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Crítica "Amanhecer"

Sinopse: Penúltimo filme da Saga Crepúsculo, mostra o casamento de Bella e Edward e suas consequências. Ficha Técnica: Nome Original: Breaking Dawn Direção: Bill Condon Elenco: Kristen Stewart, Taylor Lautner, Nikki Reed, Robert Pattison Gênero: Romance/Drama Crítica:[Contém spoiler] Gostei dessa primeira parte de Amanhecer. O filme me surpreendeu: tem piadas, detalhes pra levar os fãs à loucura, cenas no Brasil e ainda Edward falando em "português". Há ainda cenas que vão virar referência (seja uma ruim para os críticos ou bela adaptação para os fãs da saga). A direção segura de Bill Condon segurou as pontas da adaptação, que poderia soar ridícula nas telonas, diferente do livro. O roteiro intercala sequências de drama, romance, comédia e até terror fazendo com que não desgrudemos os olhos da tela. A cena do parto e o momento na mente do lobisomem Jacob foram muito bem produzidas e com efeitos especiais de ponta. Os atores melhoraram, Kristen conseguiu ir além da atuação contida dos filmes anteriores, e mesmo Taylor Lautner, com quem eu ficava com o pé atrás, me emocionou na cena logo depois da "morte da Bella" ou do impriting, que eu realmente estava ansiosa e curiosa para ver como ficaria nas telonas. É o típico filme da saga que todos vão odiar e detestar. Mas se você gosta da saga ou não tem preconceito, vai conseguir se divertir ;) Aguardando pelo último longa e torcendo para superar esse último. Nota:  
Categoria: Romance/Comédia Romântica
Escrito por Bi@ às 21h38
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Crítica "O Amor não tirá férias"

Sinopse: Iris Simpkins escreve para uma coluna sobre casamento no Daily Telegraph, e está apaixonada por um homem que vai se casar com outra mulher. Do outro lado do globo, Amanda Woods, dona de uma próspera agência de publicidade especializada em produzir trailers de filmes, descobre que seu companheiro tem sido infiel. Decidida a não passar o Natal em sua cidade, Amanda descobre um site especializado em intercâmbio de casas e acredita que a cabana de Iris será o antídoto perfeito para seus problemas. Impulsivamente, as duas concordam em trocar de casa por duas semanas. Ficha Técnica: Nome Original: The Holiday Direção: Nancy Meyers Elenco: Jude Law, Kate Winslet, Jack Black, Cameron Diaz Gênero: Comédia romântica Crítica: Muitos vão pensar "aí vem mais uma comédia romântica americana". Eu pensei isso, mas até assistir o filme minha opinião mudou. Nancy Meyers dirige muito bem (a considero a melhor diretora de comédias no momento) e fez um roteiro com ótimas sacadas e passagens. A história não é das mais originais, mas o jeito que a diretora conta é muito leve e gostoso de acompanhar. O elenco está muito bem e há química entre os casais, mesmo que não seja logo de cara. Se você tiver preconceito com comédias românticas açúcaradas não vai gostar, caso contrário, vai amar. Destaque para a reta final do filme, como quando o senhor sobe as escadas., totalmente emocionante. Ah, esse senhor é nada menos do que Eli Wallach, nos seus 90 anos. Um filme que levanta o astral. Nota:    
Categoria: Romance/Comédia Romântica
Escrito por Bi@ às 17h09
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Crítica "Os Homens Preferem as Loiras"

Sinopse: Lorelei e Dorothy são duas belas dançarinas que embarcam em um cruzeiro rumo à Paris, bancado pelo noivo de Lorelei. Porém, seu sogro contrata um detetive particular para tentar confirmar sua desconfiança de infidelidade da moça, criando muitas e muitas confusões. Ficha Técnica: Nome Original: Gentleman Prefer Blondes Direção: Howard Hanks Elenco: Marilyn Monroe, Jane Russel Gênero: Musical/Comédia Crítica: Meu filme preferido da icônica Marilyn Monroe. Uma mistura de comédia e musical, o filme encanta pela simplicidade do roteiro, as ótimas atuações e a caprichada direção. Marilyn e Jane estão perfeitas nos papéis da loira e da morena, o timing cômico da dupla é de aplaudir; a voz melosa de Marilyn e os sorrisos descompromissados de Jane marcaram época. Com boas cenas musicais, como a de Lorelei cantando "Diamonds are a girl's bestfriend", em seu famoso vestido rosa, ou Jane dançando e cantando na piscina. O longa tem cenas divertidíssimas, sem apelar para clichês ou piadas sem nexo. Também preste atenção no figurino, os modelitos das protagonistas são puro glamour. Você nem percebe o tempo do filme passando, de tão divertido. Recomendado - a menos, é claro, que você não aprecie os musicais. Nota:    
Categoria: Outros
Escrito por Bi@ às 21h40
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Crítica

Sinopse: Basedo no romance de Jane Austen, narra a história da família Bennet quando dois jovens ricos e solteiros chegam à cidade, despertando a atenção das irmãs Jane e Elizabeth. Ficha Técnica: Nome Original: Pride and Prejudice Direção: Joe Wright Elenco: Keira Knightley, Judi Dench, Matthew Macfadyen Gênero: Romance Crítica: Levar para os cinemas uma história que é lida e aplaudida até os dias de hoje não é tarefa fácil. Já trasportada para a televisão, Orgulho e Preconceito tinha como meta adaptar o famoso livro de Jane Austen sem modificar a obra ao modo “hollywood style”, e mesmo assim chegar ao grande público. Vendo a renda de cinco vezes o orçamento, o diretor Joe Wright prova que conseguiu. A romântica e inesquecível história de Lizzy Bennet e Mr. Darcy nao foge das páginas do livro tem passagens alteradas e dramatizadas. Aliás, é aqui que a roteirista e o diretor provam que não se deve seguir linha por linha do que foi escrito, como vemos em outras adaptações, e continuar mantendo a ideia original da obra. Keira Knightley é perfeita no papel da protagonista, as expressões e a ironia com que a personagem fala esta sob total controle da atriz. Uma pena ela não ter ganho o Oscar, pois merecia. Matthew MacFadyen dá o tom do “mocinho”, o rosto fechado, o modo como olha para Lizzy e os pequenos gestos e sorrisos e os belos olhos azuis (afinal, Mr. Darcy é o galã) criam o que seria o cavalheiro perfeito: hostil e orgulhoso à primeira vista, mas irrestível ao decorrer da história. Aliás, na primeira cena em que o personagem aparece, você se pergunta se MacFadyen seria a melhor escolha como galã, ele não parece tão bonito, mas de cena em cena ele vai ficando mais e mais charmoso. E é aí que está o barato do filme: ninguem é realmente o que parece ser. Tudo são apenas primeiras impressões, que foi o título da primeira edição do livro. A cena da dança entre o casal, eles estão trocando a todo momento quem carrega o orgulho e o preconceito contra o outro: a ironia de Lizzy, o falso auto-controle de Darcy, tudo é ambiguo. O jogo da câmera, que depois vai passando de sala em sala sem cortes e pausas é de dar inveja em qualquer diretor. A fotografia é esplêndida, captando as cores de acordo com os sentimentos que estão no ar, acompanhada de uma belíssima trilha sonora, que é como um locutor contando sem palavras o que esta por trás de cada gesto. O elenco coadjuvante também merece aplausos, em nenhuma adaptação vimos uma Sra. Bennet, uma Lady Catherine e uma Jane interpretadas com tanta maestria. Finalmente seguiram as palavras de Jane ao escolherem uma atriz bonita para o papel da doce Jane, que é descrita como a mais bonita de todas (aqui vivida por Rosamund Pike). E quer mais ousadia do que um filme de romance sem beijo algum? Mas antes de mais nada Orgulho e Preconceito é um romance de época, onde o amor cortês e puro está acima de qualquer interferência das regras impostas pela sociedade. Darcy é tudo aquilo que toda mulher sonha, e Lizzy é aquela que todas desejam ser. Um filme inteligente, onde não apenas as mulheres deviam apreciar, como os homens também. Ah, e o final é um dos - senão o - melhor de todos desse gênero. Uma obra-prima. Nota:     
Categoria: Romance/Comédia Romântica
Escrito por Bi@ às 18h10
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Crítica "Pocahontas"
Crítica "Pocahontas" 
Especial Disney por A. Sinopse: A clássica animação dos estúdios Disney narra a história de Pocahontas e John Smith, que teram que lutar contra a rivalidade de seus povos para encontrarem um final feliz. Ficha Técnica: Nome Original: Pocahontas Direção: Estúdio Disney Gênero: Animação Crítica: Pocahontas foi lançado originalmente no ano de 1995, obteve boa arrecadação nas bilheterias norte-americanas e internacionais. O filme foi produzido paralelamente à O rei leão, e por isso os estúdios o trataram mais como um filme de "arte" do que popular. Logo nas primeiras cenas assistimos aos talentosos trabalhadores da Disney, apenas a cena da tempestade levou meses para ser concluída e é perfeita em técnica. No início vemos a apresentação dos personagens principais Pocahontas e John Smith. Trata-se de uma história baseada em fatos reais e por conta disso houve pesquisa e boa reconstituição da época. Uma de minhas cenas preferidas do filme é a de quando Pocahontas vê John pela primeira vez, o jogo que vai acontecendo é lindamente bem feito, e quando Smith vai atirar e vê a garota notamos que ambos os personagens já mudaram, já não são mais os mesmos daquele início de poucos minutos atrás. Algo aconteceu no olhar de Pocahontas e John, e esse é um dos méritos do filme, durante toda a trajetória dos heróis ao longo da narrativa os roteristas nos perguntam o que aconteceu. O que mudou? A cena sucessiva à essa nos mostra ambos se conhecendo e conhecendo os novos mundos que encontraram, obviamente eles também se apaixonam, afinal continua sendo um filme Disney. E o tema sobre ser selvagem e o não o ser também nos é mostrado de maneira sutil e delicada, e afinal o que seria mais selvagem e primitivo que o próprio amor entre os dois? Acho que não são nem os índios nem os colonos que nos respondem isso, mas sim a dupla principal. Outra cena que é belíssima é durante a música "As cores do vento", (que conquistou Oscar de melhor canção original e o filme de melhor trilha sonora original), as imagens e o contexto se interligam de uma ótima forma e faz com que vamos entendendo as emoções dos personagens de uma forma sincera. Durante o filme também observamos a boa escolha das palhetas de cores para cada cena, se Pocahontas e John estam juntos a paisagem tende ao verde-azulado, se são cenas de fúria entre os colonizadores e os nativos são vermelho-alaranjados e assim por diante. Como disse no início, o filme foi planejado para ser um pouco mais "sério" que os outros feitos anteriormente, assim vemos os costumeiros amigos da heroína serem animais fofos mas dessa vez sem o poder de fala, mas continuamos com o elemento místico representando a sabedoria: a velha árvore-avó e o elemento que representa o casal principal: a bússula e o vento. O vilão também é bem caracterizado mostrando todo o seu lado pomposo e arrogante e ele nos faz perguntar se o maior vilão do filme não seria a "sociedade" em torno deles não os permitindo terem seu amor; a narrativa intercala de forma coerente momentos tristes e alegres, e assim cria um filme com bom andamente e coesão, seguindo seu próprio tempo. Outro mérito que devemos levar em conta é o final ousado, é o primeiro que não vimos a heroína ficar com seu "príncipe", tal cena também é ótima, após ela escolher ficar junto de seu povo e abrindo mão de seu verdadeiro amor, assistimos Pocahontas correr, correr e no fim apenas acenar junto da presença do vento, um dos elementos trabalhados no filme; quando o assisti pela primeira vez eu era pequena e lembro de pensar que derepente ela saltaria da montanha e iria junto de John para a Inglaterra, mas isso não acontece, ela decide permanecer com seu povo e assim abandona seu então "felizes para sempre". Mesmo muitos dizendo que o filme é uma mesmice de sempre sem graça eu discordo, acho que onde o filme pretende chegar ele chega e em nenhum momento duvida do intelecto do expectador e também não sai de seu objetivo: entreter. Vendo pelo lado da história realmente não é nenhuma grande novidade, mas a partir do momento em que a Disney aceita fazer um filme singelo e gracioso em emoções consegue acertar em cheio e transforma tal filme em algo ótimo de se ver e ouvir. Apreciem! Nota:    
Categoria: Comédia/Animação
Escrito por Bi@ às 21h23
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Crítica
Crítica "Sem Saída"

Sinopse: Desde muito pequeno, Nathan tem a sensação desconfortável de viver a vida de outra pessoa. Seus medos tornam-se realidade quando ele encontra uma foto sua, ainda menino, em um site de pessoas desaparecidas. Ficha Técnica: Nome Original: Abduction Direção: John Singleton Elenco: Taylor Lautner, Lilly Collins, Maria Bello Gênero: Ação Crítica: Seguindo a linha "Bourne", o filme foi feito para lançar Taylor Lautner de vez em Hollywood. O longa não um dos melhores do gênero, mas cumpre o que promete: tem cenas de ação, um pouco de romance... Estava curiosa para ver como seria a atuação de Taylor fora de Crepúsculo, que em nenhum momento dá menos do que o papel pede. Lilly Collins também convence e tenta trazer para o filme uma personagem feminina. O filme não é ruim, mas peca em demorar em mostrar cenas de ação - o que não pode acontecer nesse gênero, mas vale o ingresso. Nota:  e meia
Categoria: Ação/Aventura/Suspence/Terror
Escrito por Bi@ às 16h48
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Crítica
Resenha "Falando Grego"

Sinopse: Georgia é uma americana de origem grega que trabalha como guia turística justamente na Grécia. Sua vida é extremamente entediante e ela vive sempre cansada pois os turistas parecem curtir mais as compras do que aprender alguma coisa sobre a Grécia. Hotéis baratos, ônibus velho, calor infernal e turistas "engraçadinhos" tornaram Georgia uma mulher frustrada. Até o dia em que Irv Gordon, um turista muito especial, aparece. Com seu senso de humor ele tenta mostrar todas as possibilidades de viver bem, ser feliz e não perder a chance de ter um grande amor, enfim, recuperar seu kefi, como dizem os gregos. Agora cabe a Georgia parar de reclamar e perceber que tudo isso sempre esteve bem embaixo do seu nariz. Ficha Técnica: Nome Original: My Life in Ruins Direção: Mike Reiss Elenco: Nia Vardalos, Richard Dreyfuss, Rachel Dratch Gênero: Comédia romântica Resenha: Depois de estrelar o sucesso "Casamento Grego", Nia Vardalos volta à Grécia. Muitos podem pensar que esse filme é uma continuação do outro, mas não tem nada a ver. O longa aposta no carisma da atriz e em fazer piadas brincando com os estereotipos - não que isso seja ruim. É claro que "Falando Grego" não é um novo clássico do gênero, mas ele cumpre o que promete: diverte. O filme tem sequências engraçadas, sempre marcado pelas belas paisagens gregas e pela trilha sonora. Para distrair. Nota:   
Categoria: Romance/Comédia Romântica
Escrito por Bi@ às 16h47
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Crítica "Amor e Inocência"
Crítica "Amor e Inocência"

Sinopse: Na Irlanda, a jovem Jane Austen conhece Tom Lefroy, com quem começa a ter uma relação turbulenta. Biografia da escritora Jane Austen. Ficha Técnica: Nome original: Becoming Jane Direção: Julian Jarrold Elenco: Anne Hathaway, James McAvoy, Maggie Smith Gênero: Romance Resenha: Depois de adaptarem várias obras de Jane Austen para as telas, decidiram fazer um filme sobre a própria escritora. Amor e Inocência é um belo filme de época, arrisco-me a dizer. Contando com belas paisagens, trilha sonora encantadora, figuro e maquiagem impecáveis, o filme cai no gosto do público. Anne Hathaway convence no papel da protagonista, mesmo as vezes deslisando no sotaque. James McAvoy, como o mocinho, está totalmente entregue ao papel, impossível resistir ao seu charme e a sua beleza:encantador. Com bons diálogos, o filme flúi sem cansar o espectador. É romântico e 'inocente' no ponto certo. Em destaque a cena do baile, onde tudo está muito bem orquestrado. Um deleite para os apreciadores de filmes de época. Nota:    
Categoria: Romance/Comédia Romântica
Escrito por Bi@ às 16h46
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Crítica
Resenha "Onde Vivem os Monstros"

Sinopse: Max, um garoto travesso, decide fugir de casa após uma briga com sua mãe. Ele navega pelos mares até encontrar um lugar onde vivem monstros e onde ele é coroado rei. Ficha Técnica: Nome Original: Where the Wild Things Are Direção: Spike Jonze Elenco: Max Records, James Gandolfini, Catherine Keener, Paul Dano Gênero: Fantasia/Infantil Resenha: Talvez você ache estranho um filme destinado a crianças ter um título como "Onde Vivem os Monstros". Baseado no livro de Maurice Sendak, o filme mostra a infância, os anseios das crianças com muitas imagens matafóricas. O lugar onde vivem os "monstros" já pode ter sido o sonho de muitas crianças, onde tudo é permitido e cada monstro teria um traço da personalidade dela. Max Records está muito bem no papel. Marcado pelas belas paisagens, pela fotografia e pela trilha sonora fantasiosa, o filme mostra um olhar muito sensível e sincero sobre a infância. Algumas pessoas criticaram o olhar as vezes depressivo e melancólico e as cenas um pouco fortes para os filmes infantis, ou ainda que os pequenos não entenderiam a história. Não concordo, não há nada que as crianças não vejam nos jornais ou que seja muito complexo para se entender. "Onde Vivem os Monstros" é um belo filme. Nota:    
Categoria: Outros
Escrito por Bi@ às 16h45
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Crítica
Crítica "Zona Verde"

Sinopse: Em 2003, o subtenente do exército americano Roy Miller e sua equipe são designados para achar armas de destruição em massa supostamente guardadas no deserto do Iraque. Mas, indo de um lugar cheio de armadilhas e trincheiras a outro, os homens que buscam agentes químicos mortais esbarram em uma farsa que subverte o propósito da missão. Agora Miller precisa vasculhar os serviços secreto e de inteligência escondidos em terra estrangeira para encontrar respostas que ora acabarão com um regime nocivo ora propagarão uma guerra em uma região instável. Ficha Técnica: Nome Original: Green Zone Direção: Paul Greengrass Elenco: Matt Damon, Khalid Abdalla, Jason Isaacs Gênero: Ação Resenha: "Zona Verde" mostra um tema um pouco antigo, a guerra do Iraque. O filme mostra claramente uma visão política de esquerda que, aliás, Matt Damon e Paul Greengrass já mostraram um pouco. O filme não é um daqueles de ação onde só tem explosões e sangue espirrando a todo momento - o que é muito bom. Aqui as cenas tentam representar como as coisas seriam na vida real. Em determinado momento, o filme deixa a impressão das coisas estarem se desenrolando rápido demais, mas nada que prejuque-o muito. Abrindo espaço pra meu lado fã, é sempre uma delícia ver um filme estrelado pelo competente (e lindo) Matt Damon. O longa é bom, só não te leva a uma grande empolgação. Nota:   
Categoria: Ação/Aventura/Suspence/Terror
Escrito por Bi@ às 16h45
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